(Des)construindo crenças

O que são crenças?


Todos nós somos programados para sermos o que somos, para pensarmos da forma que pensamos e agir como agimos. E isto é baseado em nossas crenças, programações que foram realizadas, na maior parte, até os sete anos de idade.

E por que somos assim? Simplesmente porque nascemos sem programações e vamos aprendendo com o tempo, através de vivência com pessoas que estão ao nosso redor, passagens em nossas vidas. Imagine que somos um computador potente (hardware), se softwares bons forem instalados funcionaremos bem, mas se softwares ruins forem inseridos, não teremos o mesmo desempenho.

Tudo que vemos, ouvimos e sentimos é gravado em nossa mente e quanto mais forte for o impacto destes estímulos recebidos em nossas vidas, mais enraizadas são as crenças. Assim nossas atitudes são baseadas nos estímulos externos que despertam nossa mente inconsciente, através das crenças, e isto nos leva a sentimentos e ações.


Em seu livro “Os segredos de uma mente milionária”, T. Harv Eker (2006) expõe a seguinte fórmula.
P (programação) –> P (pensamento) –> S (Sentimento) –> A (Ação) = R (Resultados)

Quando um estímulo externo chega até nós, nossa programação leva a um pensamento, que leva a um sentimento, que incentiva uma ação, e baseados nesta ação teremos um resultado favorável ou não. Nada é verdadeiramente certo ou verdadeiramente errado. Simplesmente é, porque acreditamos ser verdade.

Segundo Robbins (2016), as crenças são os motores de nossas vidas. Eles podem nos guiar rumo às nossas metas ou nos afastar delas. Ainda segundo o autor as crenças determinam o potencial humano a ser liberado. Geralmente, se seus resultados são negativos isto gerará, cada vez menos liberação do potencial de cada um de nós.

O contrário também é verdade. Quanto mais resultados positivo obtemos, mas nosso potencial é revelado. Batista e Marques (2019), no livro “Espiritualidade e Coaching”, dizem que as crenças ajudam a mover os seres humanos, que são importantes para a motivação e que podem criar bloqueios se não forem entendidas no seu funcionamento.

Neste contexto, existem crenças fortalecedoras e crenças limitantes sendo nosso foco, neste capítulo, a segunda opção. As crenças fortalecedoras podem nos impulsionar para o sucesso e as limitantes, nos frear.


Exemplificando abaixo.

Crença fortalecedora:
Ex. 1: Você pode acreditar ser “capaz” sempre que algum trabalho lhe é solicitado e isto aumentar as suas chances de sucesso em seus resultados.

Ou, você pode desenvolver uma crença de autoconfiança a partir de experiências em que é elogiado e tem feedbacks positivos a respeito de seu trabalho.

Crença Limitante
Ex. 2: Você pode acreditar ser “incapaz” quando algum trabalho desafiador é passado, e sentir que este fato diminui as suas chances de sucesso.

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